Publicações

  1. 2027Em preparação

    Governança Corporativa: práticas que geram valor

    Lugoboni, L. F.; Mello, R. V.; Andrade, D.; Carvalho, W. D.

    GEN Atlas — obra contratada, em produção · lançamento previsto para fevereiro de 2027

    Livro
  2. 2026Apresentado

    O papel da TI na integração entre GRC e ERM: uma revisão sistemática da literatura

    Carvalho, W. D.; Meirelles, J. P. S.; Costa, D. A.

    I Colóquio EPPEN de Pesquisa · Unifesp, Campus Osasco, 29 e 30 de outubro de 2026

    Resumo

    A Tecnologia da Informação (TI) é recorrentemente apresentada como habilitadora da convergência entre Governance, Risk and Compliance (GRC) e Enterprise Risk Management (ERM), mas essa promessa raramente é examinada de forma sistemática. Este estudo analisa como a literatura acadêmica trata o papel da TI nessa integração. Conduziu-se uma revisão sistemática da literatura (RSL) teoricamente orientada, reportada conforme o PRISMA 2020, nas bases Web of Science e Scopus, com última busca em 24 de novembro de 2025. Foram identificados 173 registros que, após a remoção de duplicados e a aplicação dos critérios de elegibilidade, resultaram em 13 estudos analisados na íntegra. Os resultados indicam que a TI aparece em três papéis recorrentes: objeto governado e fonte de risco, instrumento de conformidade (mapeamento de requisitos em controles, monitoramento contínuo e analytics) e meio de integração entre frameworks de TI. A integração entre GRC e ERM, contudo, não é investigada: apenas um dos 13 estudos utiliza o constructo ERM, nenhum aborda explicitamente os elementos que caracterizariam a integração e nenhum a inclui em sua agenda de pesquisa. Os achados são sintetizados no Modelo do Elo Ausente entre GRC e ERM. Conclui-se que a convergência mediada por TI é, na literatura examinada, uma premissa não testada, e não um objeto de pesquisa, e propõe-se reformulá-la: a TI integra componentes do GRC de TI, e a conexão com o ERM depende de um elo ainda não observado empiricamente.

    Palavras-chave. Tecnologia da Informação; Governança, Risco e Conformidade (GRC); Gestão de Riscos Corporativos (ERM); Governança de TI; Revisão Sistemática da Literatura

    Artigo
  3. 2026Apresentado

    Assimetria de informação nas decisões de conselho: uma revisão sistemática da literatura

    Carvalho, W. D.; Lugoboni, L. F.; Nascimento, J. O.

    EnANPAD 2026 — divisão CON, Governança, Auditoria e Controle Interno · UNIFOR, Fortaleza/CE, 23 a 25 de setembro de 2026 · apresentado oralmente, com publicação nos anais

    Declaração de aceite
    Resumo

    Este estudo analisa como a assimetria de informação (AI) molda as relações entre CEOs e conselhos consultivos e suas implicações para o processo decisório em governança corporativa. Com base em uma revisão sistemática da literatura fundamentada no protocolo PRISMA, são examinadas evidências de pesquisas publicadas em periódicos de alto impacto, com foco nos mecanismos informacionais e relacionais que estruturam essas interações. Os resultados indicam que a AI não se limita a uma falha de governança, mas constitui um fenômeno multidimensional que simultaneamente viabiliza e compromete a qualidade das decisões. A AI vertical decorre do controle do CEO sobre o fluxo informacional, enquanto a AI horizontal emerge de laços sociais que criam canais informais de informação. Esses mecanismos podem ampliar o acesso ao conhecimento, mas também reduzir a independência do monitoramento. O estudo sustenta que a eficácia dos conselhos consultivos depende do equilíbrio entre acesso à informação e autonomia crítica. Como contribuição, integra as dimensões vertical e horizontal da AI e amplia a compreensão sobre a dinâmica informacional em estruturas consultivas.

    Palavras-chave. Governança corporativa; Assimetria de informação; Conselhos consultivos

    Anais
  4. 2026Publicado

    Independência não se declara, se expõe!

    Carvalho, W. D.

    Governança FECAP, ano IV, n. 12, agosto de 2026 · seção A vida como ela é

    Resumo

    A régua que media a independência dos conselhos brasileiros mudou. O que ainda não mudou é o que ela consegue enxergar.

    Artigo
  5. 2026Em preparação

    Information Asymmetry in Board Decision-Making: A Systematic Literature Review

    Carvalho, W. D.; Lugoboni, L. F.; Nascimento, J. O.; Zittei, M. V. M.

    Revisão sistemática conforme o protocolo PRISMA · veículo a definir

    Resumo

    tradução nossa; o original não tem versão neste idioma

    Este estudo examina como a assimetria de informação molda as relações entre CEOs e conselhos consultivos e suas implicações para a tomada de decisão em governança corporativa. Com base em uma revisão sistemática da literatura fundamentada no protocolo PRISMA, examinam-se evidências de pesquisas publicadas em periódicos de alto impacto, com foco nos mecanismos informacionais e relacionais que estruturam essas interações. Os resultados indicam que a assimetria não é meramente uma falha de governança, mas um fenômeno multidimensional que simultaneamente viabiliza e compromete a qualidade das decisões. A assimetria vertical decorre do controle do CEO sobre o fluxo informacional, ao passo que a horizontal emerge de laços sociais que criam canais informais de informação. Esses mecanismos podem ampliar o acesso ao conhecimento, mas também reduzir a independência do monitoramento. O estudo sustenta que a eficácia dos conselhos consultivos depende do equilíbrio entre acesso à informação e autonomia crítica. Como contribuição, integra as dimensões vertical e horizontal da assimetria, a partir de uma amostra de 14 estudos, e amplia a compreensão da dinâmica informacional em estruturas consultivas.

    Palavras-chave. Governança corporativa; Assimetria de informação; Conselhos consultivos; CEO; Conselho de Administração

    Artigo
  6. 2026Em avaliação

    Códigos de conduta das empresas da B3: influências do setor de atuação e da estrutura de governança corporativa

    Lugoboni, L. F.; Pacheco, M. A.; Koga, A. S.; Carvalho, W. D.; Nascimento, J. O.

    Revista Ibero-Americana de Estratégia (RIAE) — submetido

    Resumo

    Objetivo: analisar como o setor de atuação e o nível de governança corporativa influenciam a estrutura e o conteúdo dos códigos de conduta das empresas listadas na B3. Metodologia: pesquisa descritiva e documental, com amostra de 232 códigos de conduta de empresas dos segmentos Novo Mercado, Nível 2 e Nível 1, analisados por meio de análise de conteúdo categorial (Bardin) e do teste qui-quadrado de Pearson, contemplando 16 temas éticos identificados na literatura. Originalidade: apesar da crescente utilização dos códigos de conduta como instrumento de governança corporativa, a literatura ainda carece de estudos que relacionem sua estrutura e conteúdo ao setor de atuação e ao nível de governança das empresas, lacuna que este estudo busca preencher à luz da teoria do isomorfismo institucional. Principais resultados: identificou-se um núcleo comum de temas amplamente disseminados entre as empresas — conflito de interesses, assédio moral e sexual, discriminação e meio ambiente. Temas como informações privilegiadas, presentes e favorecimentos, nepotismo, canais de denúncia e abuso de substâncias psicotrópicas apresentaram diferenças estatisticamente significativas conforme o setor de atuação e o nível de governança corporativa. Contribuições: os achados corroboram a perspectiva do isomorfismo institucional e oferecem subsídios para conselhos de administração e áreas de compliance na elaboração de códigos mais aderentes às boas práticas e às particularidades do setor.

    Palavras-chave. Código de conduta; Setor de atuação; Governança corporativa; Conselho de Administração; Isomorfismo institucional

    Artigo
  7. 2026Em avaliação

    Quando as metas corroem o que pretendem promover: uma revisão sistemática das consequências disfuncionais das metas corporativas

    Carvalho, W. D.; Santos, C. G. L. B.; Lugoboni, L. F.; Gama, A. T. C. F.

    Revisão sistemática conforme o PRISMA 2020 · submetido, em avaliação

    Resumo

    Objetivo: sistematizar e explicar as consequências disfuncionais associadas às metas corporativas de desempenho, os mecanismos comportamentais e gerenciais que as sustentam e as condições sob as quais se intensificam. Métodos: revisão sistemática conduzida conforme o PRISMA 2020, com busca na base EBSCO Business Source Complete em maio de 2026, restrita a artigos revisados por pares publicados entre 2021 e 2026 em periódicos Q1 ou Q2 do SJR; dos 173 registros identificados, 17 compuseram o corpus, analisado por síntese qualitativa estruturada pela tipologia de Franco-Santos e Otley (2018). Resultados: as cinco manifestações disfuncionais não operam de forma discreta, pois 15 dos 17 estudos atravessam mais de uma categoria, e a transformação das relações sociais, a mais frequente, opera como via de transmissão das demais. Os mecanismos identificados incluem desacoplamento moral, esgotamento emocional e medo de fracassar, modulados por parâmetros de desenho, estruturas de governança e características individuais. Conclusões: o desvio emerge como resposta racional ao desenho do sistema de mensuração, e não como falha moral episódica, o que desloca a intervenção gerencial do controle do indivíduo para o desenho das metas.

    Palavras-chave. management by objectives; personnel management; ethics; work environment; leadership · JEL: M12, M52, D23

    Artigo
  8. 2026Concedida

    Unidade rotativa independente de edifício ou congênere

    Maistro, E. B.; Carvalho, W. D.; Teixeira, D. A.

    Carta Patente BR 102025004727-6 · INPI · depósito em 12/03/2025, concessão em 14/04/2026 · titular: TOTB Participações Ltda · classificação E04B 1/346

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    Patente
  9. 2025Publicado

    Gerenciando riscos corporativos: uma análise da taxonomia de Kaplan e Mikes

    Carvalho, W. D.; Andrade, D.; Lugoboni, L. F.

    Revista Internacional de Debates da Administração e Públicas (RIDAP), v. 10, n. 1, p. 1–6 · e-ISSN 2595-7260

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    Resumo

    A gestão de riscos corporativos evoluiu de uma função isolada para um processo integrado e estratégico central à governança contemporânea. Este artigo propõe uma estrutura analítica para classificar e gerenciar riscos com base na taxonomia de Kaplan e Mikes, distinguindo riscos preveníveis, estratégicos e externos. Argumenta-se que cada categoria exige abordagens, instrumentos e sistemas de controle específicos, evitando soluções uniformes. O estudo discute o papel do Escritório de Gestão de Riscos como mecanismo de coordenação organizacional, bem como a atuação do Chief Risk Officer na integração do ERM à tomada de decisão. Os resultados indicam que uma gestão diferenciada dos riscos melhora a alocação de recursos, fortalece a capacidade de antecipação e resposta a ameaças e contribui para maior resiliência e qualidade da governança corporativa.

    Palavras-chave. Gerenciamento de Riscos Corporativos; Taxonomia de Riscos; Governança Corporativa; Chief Risk Officer; Escritório de Gestão de Riscos

    Relato Técnico
  10. 2025Publicado

    Os desafios multifacetados do líder trifuncional no conselho consultivo: uma jornada ética e de valores fundamentada na governança corporativa

    Carvalho, W. D.

    Capítulo 33. In: OKUHARA, R. (coord.). Ecossistema de Conselhos. Editora BOC, 2025 · ISBN 978-65-85593-70-0 · obra coletiva com 33 coautores

    Resumo

    Este capítulo analisa os desafios éticos e de governança do líder trifuncional, profissional que acumula simultaneamente as posições de sócio minoritário, CEO e presidente do conselho consultivo. Argumenta-se que essa sobreposição torna fluidas as fronteiras entre propriedade, execução estratégica e condução dos trabalhos do órgão colegiado, ampliando o risco de conflitos de interesse. Examinam-se os dilemas próprios de cada papel: no de sócio, o interesse patrimonial molda a percepção de risco; no de CEO, a pressão por resultados desloca o foco para a execução e a prestação de contas; no de presidente, esperam-se neutralidade na condução dos trabalhos, fidedignidade das atas, custódia de informações confidenciais e facilitação do diálogo entre gestão e conselheiros. Identifica-se no acesso privilegiado à informação o ponto de maior sensibilidade: cabe ao líder mitigar assimetrias e seleção adversa mediante o fornecimento de dados completos, tempestivos e claros, sobretudo aos conselheiros independentes, cuja presença é tratada como pilar de robustecimento da governança, e não como obstáculo. Discutem-se a transparência, a equidade, a accountability e a responsabilidade corporativa como parâmetros de conduta, associadas a mecanismos práticos de mitigação: delimitação explícita de papéis, declaração de conflitos, abstenção em deliberações e canais diretos com os conselheiros. Conclui-se que a formação avançada em governança fornece as lentes analíticas, mas é a integridade pessoal que orienta a decisão sob pressão; o êxito não reside na ausência de desafios, e sim na capacidade de enfrentá-los sem comprometer a perenidade da companhia.

    Capítulo

Produção acadêmica também registrada no Currículo Lattes.